Maria é o nome vulgar de várias aves do Brasil. A designação não corresponde a nenhum grupo taxonômico e é comum a aves de famílias ou mesmo ordens distintas. O nome é usado principalmente para designar várias espécies da família Tyrannidae, como as aves dos gêneros Hemitriccus, Myiarchus, Phylloscartes e Knipolegus. Além de espécies de ordens distintas, como a maria-faceira e a gaivota-maria-velha.
A Gaivota-maria-velha é uma ave charadriiforme da família Laridae.
Mede 53 centímetros. Após o período reprodutivo, apresenta a cara branca maculada de cinza e uma distinta mancha escura nas auriculares.
Espécie migratória e localmente abundante. Vive exclusivamente na América do Sul, nos oceanos Pacífico e Atlântico, nas ilhas Falklands, Argentina, Chile, Uruguai e Brasil, do Rio Grande do Sul, onde é muito comum, até Alagoas, onde é raramente avistada.
A maria-bicudinha é uma ave passeriforme da família Tyrannidae.
Mede 11 cm de comprimento.
Ocorre no nordeste da Amazônia, ao norte do Rio Amazonas, no Amapá e em área isolada do estado do Amazonas.
Mede cerca de 11,5 cm de comprimento.
É pouco conhecida. Acredita-se que se trate de uma espécie rara ou de ocorrência muito local no sub-bosque de florestas úmidas de terra firme e capoeiras.
Presente apenas em alguns locais da Amazônia brasileira, como a divisa com a Venezuela, a margem esquerda do Tapajós, o baixo Xingu, o leste e o sul do Pará e no Estado do Maranhão. Encontrada também na Venezuela.
A Maria-cabeçuda é uma ave passeriforme da família Tyrannidae. Também conhecida como Bico-chato-cabeçudo.
Mede cerca de 14 cm. Apresenta marca facial e anel ocular amarelados e 2 barras ocre na asa.
Quieto e discreto, a espécie é frequentemente encontrada em taquarais e bambuzais, prefere interior escuro do sub-bosque denso, onde ocasionalmente segue bandos mistos, solitária ou aos pares.
A Maria-catarinense é uma ave passeriforme da família tyrannidae.
Mede 9 cm de comprimento. Como a maria-do-nordeste apresenta plumagem uniforme em tons acanelados.
O habitat da espécie, bordas de matas primárias e secundárias, capoeiras e florestas úmidas de baixada litorânea, tem sido continuamente degradado ou substituído por áreas urbanas ou por plantios desde o inicio da ocupação do litoral dos Estados do Paraná e de Santa Catarina. Além disto, a proximidade dessas florestas com as áreas já ocupadas em nosso litoral, aliada à facilidade de que se tem para a ocupação das florestas de terras baixas, principalmente pelo próprio relevo, a torna alvo fácil de ações antrópicas e sem dúvida este é o tipo de floresta que está mais ameaçado em todo o Bioma da Floresta Atlântica.
A maria-cavaleira é uma ave passeriformes da família Tyrannidae. A distribuição de cores e formato as separam dos demais tiranídeos, mas a distinção entre si é mais complexa.
Em todas as aves do gênero Myiarchus, a garganta e parte superior cinzas, com a barriga amarela. Dorso escuro, com a cabeça relativamente grande e penas do topete mantidas semieriçadas. Bico escuro e forte. Cauda longa, do mesmo tom das costas. Nas asas, duas faixas claras e bordos claros nas penas de vôo. Essa espécie, Myiarchus swainsoni e Myiarchus tyrannulus são muito parecidas, de difícil identificação até para especialistas. O bico é todo negro, embora os detalhes somente possam ser observados de perto e com ótima luz. Assim como outras maria-cavaleiras, possui a parte inferior amarela, a garganta cinza e as partes superiores castanhas. Difere das outras espécies pelo pequeno topete e pela ausência de manchas brancas ao redor dos olhos.
Está presente em todo o Brasil.
A maria-cavaleira-de-rabo-enferrujado é uma ave passseriforme da família Tyrannidae. Esta espécie é denominada popularmente de maria-cavaleira-de-rabo-enferrujado, devido à cor ferrugínea que suas retrizes e rêmiges apresentam.
Cerca de 1/3 maior do que as outras espécies do gênero, apresenta as penas da cauda com um largo bordo marrom na parte interna (os juvenis do gênero possuem uma faixa estreita nas duas margens e ponta). Nas asas fechadas, uma linha marrom avermelhada nas penas de vôo da parte mais externa. Essas características necessitam de excelente luz para serem notadas. Mede aproximadamente 22cm.
Presente em quase todo o Brasil, com exceção de algumas áreas da Amazônia.
A maria-cavaleira-pequena é uma ave passeriforme da família Tyrannidae.
É reconhecível pelo tamanho reduzido (16-17cm) e píleo anegrado. Assemelha-se mais às espécies do gênero Elaenia, diferindo destas por seu bico e tarso negros.
Ocorre no Brasil amazônico, na porção oriental de Alagoas e do sudeste da Bahia ao Rio de Janeiro.
Espécie ameaçada pela perda de habitat
A maria-corruíra é uma ave passeriforme da família Tyrannidae.
Ocorre nos campos limpos, campos sujos, campos cerrados e cerrados.
Endemismo raro dos planaltos do Brasil Central e do Sudeste.
A maria-da-campina é uma ave passeriforme da família Tyrannidae.
Mede 9 cm de comprimento. Pequena espécie, é uma das menos conhecidas do gênero Hemitriccus.
Ocorre nas caatingas amazônicas e campinaranas arbustivas adjascentes.
Mede 13 centímetros.
Frequenta a margem das matas ripárias ribeirinhas ao longo de córregos e igarapés, matas de galeria e matas paludosas e também bordas de lagos e alagados adjacentes. Este pássaro demonstra hábitos solitários, voando curtas distâncias quando fica assustado, ou quando é surpreendido empoleirado na galharia da vegetação marginal ribeirinha.
A maria-da-restinga é uma ave passeriforme da família Tyrannidae.
Mede 12,5 centímetros. Semelhante a borboletinha-do-mato (\\Phylloscartes ventralis\\) na coloração da plumagem.
Endêmica do Sul e do Sudeste. Frequenta o dossel de bordas de restingas arbóreas, florestas esparsas, capoeirões e bordas de matas secundárias próximas ao nível do mar. Vive solitário ou aos pares e acompanha bandos mistos.
A maria-de-barriga-branca é uma ave passeriforme da família Tyrannidae.
Espécie recentemente separado da maria-de-olho-branco(\\Hemitriccus zosterops\\). Mede 10 centímetros de comprimento.
Ocorre nos estados do Acre, Alagoas, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rondônia e Sergipe.
Mede 15 centímetros de comprimento.
Ocorre em matas de várzea, matas de terra firme e nas matas ripárias em taquarais e bambuzais. Solitário ou aos pares, vive no sub-bosque fechado, onde permanece inconspícuo e recluso. Vive na Amazônia meridional.
A Maria-de-olho-branco é uma ave passeriforme da família Tyrannidae.
Mede 12 cm de comprimento. Difere da maria-sebinha, espécie com a qual é por vezes sintópica, pela proeminete borda branca na face interna das terciárias e das rêmiges, e pelo porte maior. Apresenta bico longo e estreito.
Vive em bordas de florestas úmidas e matas secundárias. Ocorre na Amazônia Setentrional e no Nordeste.
A maria-de-olho-claro é uma ave passeriforme da família Tyrannidae.
Mede 9 centímetros. Evidenciam-se em campo os tarsos rosados, bico cinzento e íris amarelada.
Esta espécie ocorre no Brasil a nordeste de Roraima.
Mede 12 cm de comprimento.
Espécie pouco conhecida no Brasil, é registrada no Rio Mequenes, em Rondônia, no Mato Grosso e também no Acre.
Não há registro dessa espécie no site.
Mede 13 centímetros. Distingue-se das espécies do gênero Phylloscartes pelo tom escuro da fronte.
Ocorre na fronteira com a Venezuela, no Cerro Urutani em Roraima.
Mede 9 centímetros de comprimento.
Endemismo pouco conhecido, ocorre no baixo rio Madeira, nas copas de matas úmidas.
A Maria-do-nordeste é uma ave passeriforme da família Tyrannidae.
Mede 9 cm de comprimento. Apresenta plumagem uniforme em tons acanelados quando comparado com seus congêneres.
Habita a Mata Atlântica Montana e carrascais adjascentes. Endêmica do Brasil, ocorre entre o Ceará e o sul da Bahia em altitudes entre 600 e 1000m.
A maria-faceira é uma ave ciconiiformes da família Ardeidae.
É a única garça brasileira com este padrão de coloração. O nome comum está ligado às cores espetaculares da cabeça: face azul-clara, coroa e crista acinzentadas e bico róseo com mancha azul-violeta na ponta. A plumagem da garganta, pescoço e partes inferiores é amarelada, enquanto o dorso é cinza-claro. As cores do juvenil são mais esmaecidas, mas, fora isso, é idêntico aos adultos. Os casais permanecem juntos a maior parte do tempo, mantendo contato em vôo com um chamado especial, um sibilo melodioso e longo. O som produzido é semelhante ao de maria-fumaças de brinquedo. Enquanto a maioria das garças voa com o pescoço dobrado em “S” a maria-faceira costuma voar com o pescoço esticado.
Ocorre da Venezuela e Colômbia ao Paraguai, Bolívia e Argentina. No Brasil, é encontrada nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul.
Não há registro dessa espécie no site.
A maria-fibiu é uma ave passeriforme da família Tyrannidae.
Mede 14,5 centímetros. Pertencente a uma gênero de difícil caracterização morfológica, a espécie é críptica em relação ao papa-moscas-de-alder(Empidonax alnorum). Dificilmente diferencia-se de seu congênere pelas costas mais escuras e pardacentas.
Ocorre nas bordas e clareiras de florestas e em áreas abertas secas com árvores esparsas. Não acompanha bandos mistos.
Não há registro fotográfico da espécie no site.
A maria-fiteira é uma ave passeriforme da família Tyrannidae.
Mede 10 centímetros. Distingue-se do caga-sebinho-de-penacho(Laphotriccus galeatus) pelas asas com distintas penas de bordas amareladas.
É sintópica do caga-sebinho-de-penacho em matas amazônicas e, assim como esta, vive em florestas densas, principalmente em matas de terra firme e de várzea, caatingas amazônicas e bordas de matas secundárias.
A Maria-leque é uma ave passeriforme da família Tyrannidae. Conhecida também como Lecre (variação de leque), Maria-lecre e Pavãozinho.
Mede cerca de 16,5 cm de comprimento e pesa 14 g.
Presente localmente em toda a Amazônia brasileira. Encontrada também nos demais países amazônicos - Guianas, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia.
A maria-leque-do-sudeste é uma ave passeriforme da família Tyrannidae.
Mede 17 cm de comprimento. Essa curiosa espécie da família apresenta um cocar encrespado muito desenvolvido.
Ocorre na Mata Atlântica de encosta e na baixada litorânea entre 0 e 400 metros de altitude, como substituta da maria-leque. Usualmente encontrados em casais, acompanham bandos mistos pelos estratos baixos, tanto na mata primária quanto na secundária. Ocorre de Minas Gerais e Espírito Santo à Santa Catarina.
A Maria-mirim é uma ave passeriforme da família Tyrannidae.
Mede 11 cm de comprimento. Ambos os sexos podem ser distinguidos de seus congêneres pela combinação de olhos escuros e asas com duas barras claras e terciárias manchadas.
Ocupa as caatingas amazônicas e campinaranas adjascentes, especialmente sobre solos mal drenados ou nas formações ribeirinhas em ilhas fluviais e nas lagoas ribeirinhas.
Encontra-se espalhada em pontos dispersos por toda a Amazônia.
A Maria-pechim é uma ave passeriforme da família Tyrannidae.
Mede cerca de 12,5 cm de comprimento.
Presente da Amazônia até os estados de Goiás e São Paulo, e no Nordeste apenas em Alagoas. Encontrada também no Panamá e demais países amazônicos - Guianas, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia.
A maria-pequena é uma ave passeriforme da família Tyrannidae.
Mede 11 centímetros. Diferencia-se de outras espécies do gênero Phylloscartes pelas partes inferiores branco-acinzentadas e pela íris alaranjada.
Espécie endêmica do Sul e do Sudeste. Habita florestas úmidas acima de 1200 metros de altitude.
Não há registro dessa espécie no site.
Mede 12 cm de comprimento. Quando comparada com as demais espécies do gênero Hemitriccus, apresenta como característica principal a íris acizentada. Ambos os sexos possuem plumagem uniforme em tons de verde-oliva.
É encontrada em bordas de florestas ripárias e em matas primárias e secundárias. Vive no emaranhado da vegetação entre latadas de cipós. Solitária ou em poares, acompanha bandos mistos pelo estrato médio e pelo sub-bosque. Ocorre no oeste da Amazônia, em Rondônia, Acre e Amazonas.
A maria-picaça é uma ave passeriforme da família Tyrannidae.
Mede 10 centímetros de comprimento.
Vive em meio ao emaranhado de bambuzais em bordas de matas úmidas. Espécie incomum registrada no Brasil, no sudoeste da Amazônia.
A Maria-preta-acinzentada é uma ave passeriforme da família Tyrannidae.
Mede 13 cm de comprimento.
É típico de campos sujos, cerrados e carrascais do Chaco paraguaio-boliviano e dos campos limpos. Exibe-se sobre poleiros elevados e executa voos de exibição com batidas de asas sincronizadas. Ocorre na fronteira com a Bolívia e o Paraguai, em Corumbá (Mato Grosso do Sul).
Não há registro dessa espécie no site.
A maria-preta-bate-rabo é uma ave passeriforme da família Tyrannidae.
Mede 16 cm de comprimento. Apresenta plumagem negra, tarsos negros, bico anegrado, íris marrom e conspícuo branco nas rêmiges quando alça voo. Quanto ao tamanho era um pouco menor que a maria-preta-de-penacho(Knipolegus lophotes). A cabeça possui um formato quase quadrado, devido a presença de penas mais alongadas que se destacam no alto da cabeça(sobre os olhos) e a na nuca. Essa crista rudimentar lembra aquela da maria-preta-de-garganta-vermelha(Knipolegus nigerrimus).
É típico de campos sujos, campos cerrados e carrascais do Chaco paraguaio-boliviano. É parcialmente migratória durante o inverno autral. Ocorre na fronteira com a Bolívia, no Mato Grosso do Sul.
Mede 14 cm de comprimento. É uma espécie silvestre negra uniforme, sem branco nas rêmiges, bico claro acinzentado. Fêmea parda, duas faixas amareladas na asa, com lado inferior grosseiramente estriado de pardo-anegrado e branco sujo. O macho distingue-se de seus congêneres pelo bico branco-azulado.
Ocorre do Espirito Santo e Minas Gerais ao Rio Grande do sul e também no Mato Grosso.
A Maria-preta-de-cauda-ruiva é uma ave passeriforme da família Tyrannidae.
Mede 14 cm de comprimento.
Típico dos tepuis venezuelanos e da fronteira do Brasil, aparece no Cerro Uei Tepui a nordeste de Roraima. É frequentemente encontrado entre 900 e 2400 m de altitude, em áreas arbustivas ou tomadas por campos altimontanos. Apresenta ampla distribuição andina.
Presente em Roraima e no Amazonas, na fronteira com a Venezuela.
A maria-preta-de-garganta-vermelha é uma ave passeriforme da família Tyrannidae.
Ambos os sexos possuem plumagem de cor negra uniforme, apresentam uma crista rudimentar, o bico esbranquiçado com ponta negra, a íris avermelhada e uma faixa branca escondida nas rêmiges, perceptível, principalmente durante o vôo. A fêmea apresenta a região gular estriada de castanho, conforme observado e fotografado em campo.
Ocorre em Alagoas, na Bahia (Raso da Catarina), no Paraná e no Rio Grande do Sul, assim como no Sudeste brasileiro. É considerado endemismo restrito aos campos altimontanos no Sudeste e Sul, em altitudes entre 700 e 2.700 m.(Sigrist)
A maria-preta-de-penacho é uma ave passeriforme da família Tyrannidae. Também conhecida como maria-preta(MG) e maria-preta-de-topete.
O nome popular desta espécie ressalta o característico topete alto. Em vôo, mostra uma ampla mancha branca nas asas abertas. A fêmea é um pouco menor do que o macho. Mede cerca de 21 centimetros.
Habita campos de altitude e áreas abertas.
A maria-preta-do-nordeste é uma ave passeriforme da família Tyrannidae. Espécie endêmica, foi recentemente separada da maria-preta-bate-rabo.
Mede 16 cm de comprimento.
Vive nas caatingas e áreas com lajedos e enclaves rochosos adjascentes aos Rios do Vale São Francisco.
Não há registro dessa espécie no site.
A maria-preta-do-sul é uma ave passeriforme da família Tyrannidae.
Mede 15,5 cm de comprimento.
Pássaro raro ou incomum dos campos sujos do Rio Grande do Sul. Também é encontrado no oeste de Mato Grosso. Movimentos migratórios dessa espécie foram registrados na Argentina e no sudeste do Paraguai, na fronteira com o Brasil. A espécie migra para os cerrados do Brasil Central ou para o Pantanal de Mato Grosso, como tantos outros pássaros migratórios, durante o inverno austral.
A maria-preta-ribeirinha é uma ave passeriforme da família Tyrannidae.
Mede 14 cm de comprimento. Difere da maria-preta-de-cauda-ruiva pela plumagem mais escura e talhe maior.
Habita principalmente em formações arbustivas ribeirinhas e nas matas ribeirinhas ao longo de rios e ilhas fluviais dominadas por embaúbas. Forrrageia no sub-bosque, solitária, ou aos pares, e separado de bandos mistos. Ocorre ao longo do Rio Amazonas, do Pará ao Amazonas. Também está presente ao longo do Rio Araguaia, no Pará, Tocantins e Goiás.
A maria-sebinha é uma ave passeriforme da família Tyrannidae.
Mede cerca de 10 cm de comprimento.
Localmente comum em emaranhados de cipós e outras vegetações densas existentes nas bordas e no sub-bosque de florestas úmidas de terra firme; é porém, ouvida com muito mais freqüência do que observada. Vive solitária ou aos pares.
Presente na Amazônia brasileira principalmente ao sul do Rio Amazonas, do Rio Juruá até o baixo Rio Tocantins e, em direção sul, até o Mato Grosso. Encontrada também na Bolívia.
A Maria-te-viu é uma ave passeriforme da família Tyrannidae.
Habita florestas subtropicais ou tropicais húmidas de baixa altitude, pântanos subtropicais ou tropicais e florestas secundárias altamente degradadas.
É encontrado na Bolívia, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Equador, Guiana Francesa, Guiana, Panamá, Peru, Suriname e Venezuela.
A maria-topetuda é uma ave passeriforme da família Tyrannidae.
Mede 10 centímetros.
Encontrada em meio ao emaranhado da vegetação em áreas tomadas por bambuzais nas bordas de matas ripárias ribeirinhas. Ocorre no sudoeste da Amazônia.
A marianinha-amarela é uma ave passeriforme da família Tyrannidae. Conhecida também como maria-amarelinha e sebinho.
Mede cerca de 11 cm de comprimento.
Presente localmente do alto Rio Negro até o Maranhão, no Mato Grosso, em Goiás e da Paraíba ao Rio Grande do Sul. Encontrada também da Nicarágua, para leste, até as Guianas e, em direção sul, até a Bolívia, Paraguai e Argentina.
A marianinha-de-cabeça-amarela é uma ave psittaciforme da família Psittacidae. Conhecida também como marianinha e periquito-d'anta, devido ao timbre de sua vocalização lembrar o chamado da anta.
Mede cerca de 23 cm de comprimento. Distinguível pelo capuz laranja, lados da face e pescoço amarelos, peito e abdômen brancos que contrastam com o verde de suas costas e rabo, parte inferior do abdômen amarela. A subespécie P. l. xanthomeria (do Peru e Bolívia) tem a coroa e a nuca laranja-escuro e as patas completamente amarelas.
Presente ao sul do Rio Amazonas, desde o nordeste do Brasil, até o norte da Bolívia e o sudeste do Peru.
A Marianinha-de-cabeça-preta é uma ave psittaciforme da família Psittacidae.
Mede de 21 a 23 cm. de comprimento. Inconfundível pela coroa preta, peito e ventre brancos, este último com os lados amarelos (muito visível em vôo). Garganta amarelo-brilhante, nuca laranja-acanelada, parte de trás e rabadilha verde. Os jovens têm manchas verdes-azuladas na nuca, com peito e ventre amarelados. A subespécie P. m. pallida tem amarelo-intenso na garganta, coxas e rabo.
Habita florestas úmidas, semi-úmidas, pantanosas, florestas de galeria, restolho e plantações até 1.000 m. Vive em pequenos bandos entre 3 a 10 indivíduos, se alimenta no dossel, muito raro no estrato baixo da floresta. Ocorre na Amazônia ao norte do rio Amazonas até o nordeste do Peru, também nas Guianas.